O Grupo Belov realizou nesta segunda, 17 de agosto de 2026, a cerimônia de batimento de quilha da embarcação SDSV Belov Arembepe. O evento aconteceu às 11h no Estaleiro Belov, na Baía de Aratu, com participação de diretores, frente de produção e convidados.
O SDSV Belov Arembepe começou a ser construída em fevereiro, com estimativa de conclusão de 18 meses, e faz parte de um projeto de eficiência comprovada, com atualizações operacionais implementadas a partir da experiência em operações offshore mais recentes. Trata-se do quarto SDSV (Shallow Dive Support Vessel) da frota da corporação, e terceira do tipo construída no Estaleiro Belov. A nova embarcação obteve R$ 115 milhões em financiamento do Fundo da Marinha Mercante (FMM) e será operada em contratos da Petrobrás a partir do segundo semestre de 2027.
Na construção naval, a cerimônia de batimento de quilha é um evento tradicional que simboliza o nascimento embarcação. Da quilha derivam as outras partes da estrutura principal. Como atualmente as embarcações são predominantemente construídas por blocos, na junção deles entre si e que se monta a estrutura principal do barco, se concretiza o batimento.
O Batimento de Quilha do SDSV Belov Arembepe foi prestigiado por representantes da Marinha do Brasil e do Governo Federal, da Robert Allan Ltd. e da RINA, além de parceiros, organizações financeiras e convidados. Estiveram presentes à solenidade o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca; presidente da Codeba (Companhia das Docas do Estado da Bahia - Autoridade Portuária), Antonio Gobbo; o prefeito de Simões Filho, Devaldo Soares; o presidente da Aiba (Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia), Moisés Schmidt; e Bruno Ribeiro, superintendente da Caixa Econômica Federal; os diretores do Grupo Belov, Sergio Belov, Juracy Vilas-Bôas, André Weber Carneiro e Luiz Alberto Sant’Ana; além de gerentes, coordenadores, supervisores e colaboradores do Estaleiro Belov e representantes da cadeia naval.
A embarcação
A Belov Arembepe é um SDSV, um tipo especial de embarcação desenvolvida para operações de apoio offshore. O projeto é idêntico a duas outras embarcações da frota, Belov Humaitá e Belov Amaralina, ambas do modelo Robert Allan RAlly 4000.
São 40,50 metros de comprimento, 10,98 metros de boca moldada, 3,85 metros de pontal moldado, e 2,88 metros de calado. A embarcação foi projetada para operar com 4 geradores de 565 kW (e um gerador de emergência de 96 kW), três hidrojatos de 520 kW e 3 propulsores de túnel de 150 kW. E embarcação contará com a classificação da Sociedade Classificadora RINA.
Com tecnologia de ponta, o veículo será utilizado em serviços de inspeção e manutenção de plataformas offshore da Petrobras, ou por ela contratadas. A nova embarcação simboliza um avanço para a indústria naval brasileira por reafirmar a posição do Estaleiro Belov como referência no desenvolvimento de soluções marítimas de alta tecnologia, comprometidas com a segurança, a qualidade e a inovação.
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